Banca de QUALIFICAÇÃO: ISABEL DE CAMPOS BRAGA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : ISABEL DE CAMPOS BRAGA
DATA : 27/05/2022
HORA: 08:00
LOCAL: Web Conferência - Google Meet
TÍTULO:

COMPOSTOS ANTIOXIDANTES DE CHICÓRIA-DO-PARÁ (Eryngium foetidum L.) EM FUNÇÃO DE DIFERENTES SOMBREAMENTOS E MÉTODOS DE SECAGEM


PALAVRAS-CHAVES:

Eryngium foetidum L.; alimento desidratado; condimentos; compostos bioativos


PÁGINAS: 33
RESUMO:

A chicória-do-pará é uma hortaliça considerada agente etnomedicinal e, seu consumo se dá, geralmente, com a planta fresca, como condimento. No Brasil, o cultivo desta hortaliça é realizado em quintais urbanos e hortas, em pequenas áreas e, o emprego de telados na produção é pouco relatado. A importância nutricional dessa hortaliça está relacionada, especialmente, ao conteúdo de antioxidantes presentes nas folhas. Dessa forma, buscar alternativas que possam aumentar o conteúdo desses bioativos na chicória-do-pará, e sua produção, é um dos alvos desta pesquisa. Outro ponto é o aumento do tempo de conservação e armazenamento desse vegetal, por meio da secagem das folhas, visto que os alimentos desidratados podem ser uma alternativa de consumo por períodos prolongados. Num primeiro momento, objetivamos avaliar a estabilidade de compostos antioxidantes desta hortaliça, submetida a diferentes métodos de secagem, visto que na literatura, poucos dados sobre a influência do método de secagem na composição bioquímica de chicória-do-pará são encontrados. Com relação aos métodos de secagem, as folhas de chicória-do-pará foram submetidas a secagem em estufa de circulação de ar forçado a 40, 50, 60 e 70 ºC, bem como secagem por exposição solar e a sombra. Após a secagem, foram realizadas as análises bioquímicas (Flavonoides, ácidos fenólicos, fenóis totais, DPPH, ABTS e FRAP). No tratamento “Solar”, não foram observados resultados significativos para todas as variáveis analisadas, quando comparados aos demais métodos de secagem utilizados. O teor de flavonóides nas plantas foi maior quando secos em estufa a 50 e 60 ºC e à “sombra”. Ácidos fenólicos e atividade antioxidante por ABTS reportam resultados significativos em plantas submetidas à secagem “à sombra”, assim como para compostos fenólicos e atividade antioxidante por DPPH e FRAP, além da secagem em estufa a 50 ºC e à “sombra”, a utilização de estufa a 40ºC também revelou resultados significativos. Assim, podemos concluir que a secagem à “sombra” se mostrou promissora, o que a torna uma boa opção para secagem da chicória-do-pará, com boa estabilidade dos compostos quando comparado aos demais métodos avaliados, pois as plantas submetidas a este tratamento apresentaram alto teor de flavonoides, ac. fenólicos, fenóis totais e alta atividade antioxidante demonstrada pelos ensaios ABTS, DPPH e FRAP. A secagem em estufa a 70 ºC não foi efetiva para a manutenção de nenhum dos compostos analisados.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 117161001 - SANTINO SEABRA JUNIOR
Interno - 96420004 - IVONE VIEIRA DA SILVA
Externo ao Programa - 856.728.821-53 - RENE ARNOUX DA SILVA CAMPOS - UNESP
Externo à Instituição - FRANCIELY DA SILVA PONCE - UFMT
Notícia cadastrada em: 13/05/2022 09:26
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