Banca de QUALIFICAÇÃO: DHIEGO PEREIRA KRAUSE

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : DHIEGO PEREIRA KRAUSE
DATA : 02/12/2021
HORA: 08:00
LOCAL: Unemat - Tangará da Serra (Virtual)
TÍTULO:

Desenvolvimento vegetativo do maracujazeiro azedo cultivado sob condições de campo e de ambiente protegido


PALAVRAS-CHAVES:

Técnica de cultivo; Estufa agrícola; Fatores climáticos


PÁGINAS: 35
RESUMO:

O Brasil, apesar de ser o maior produtor mundial de maracujazeiro (P. edulis), com 602.651 toneladas em uma área de 43.248 ha-1, apresenta uma produtividade média considerada baixa, em torno de 14,1 t ha-1. Essa baixa produtividade é atribuída principalmente à fatores climáticos, doenças e tratos culturais. Assim, é importante que novas tecnologias sejam incorporadas à essa cultura que representa uma excelente fonte de renda para os produtores, principalmente no segmento da agricultura familiar. Deste modo, o objetivo desse trabalho foi avaliar crescimento e desenvolvimento do maracujazeiro em diferentes ambientes de cultivo. O experimento foi desenvolvido na área experimental da Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, num esquema fatorial 2 x 2 (cultivares x ambiente de cultivo) com quatro repetições e cinco plantas por parcela. O experimento foi conduzido utilizando dois ambientes de cultivo. O ambiente 1 foi implantado em campo aberto e o ambiente 2 em estufa agrícola do tipo arco, sendo 7 m de largura, por 20 m de comprimento, com laterais a 3,5 m acima do nível do solo e arco central de 5 m. O polietileno utilizado na cobertura apresenta espessura de 120 micras e as laterais com tela termo-refletora 50%. O ambiente protegido será orientado, predominantemente, no sentido norte-sul geográfico. O ambiente 2 será em campo, com o sistema de condução das plantas na forma de espaldeira vertical, mourões de 2,5 m, com espaçamento de 6,0 m com um fio de arame liso número 12 a partir de 2,0 m do solo. Foram realizadas avaliações quinzenais de altura da planta (AP), diâmetro do caule (DC), número de folhas (NF) e número de dias para podar a haste principal (NDHP) que eram o número de dias gastos para haste principal da planta atingir uma altura de 2,00 m, quando então foi realizado o desponte para a quebra da dominância apical. As medidas de altura foram feitas com fita métrica, tomando como referência a superfície do solo até seu ápice. O diâmetro de caule foi medido com paquímetro na altura de 5 cm do solo. Para a taxa absoluta de crescimento da altura da planta (TACAP) e do diâmetro caule (TACDC) e a porcentagem de incremento (PI), houve efeito significativo para os ambientes e somente TACAP e TACDC apresentaram diferença em cultivares, e não houve interação entre os tratamentos ambiente e cultivares. As maiores taxas de crescimento ocorreram na utilização do ambiente 1 (estufa agrícola) e cultivar 2 (FB300). Assim, o uso de estufa agrícola pode melhorar o crescimento inicial e desempenho maracujazeiro.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 131991001 - WILLIAN KRAUSE
Interno - 131916001 - RIVANILDO DALLACORT
Externo à Instituição - RAFAEL CAMPAGNOL - UFMT
Notícia cadastrada em: 03/11/2021 10:17
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