IMPRESSÃO 3D, INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E SCRATCH: UMA ABORDAGEM MAKER PARA O ENSINO DE FRAÇÕES NOS ANOS INICIAIS
Habilidades digitais; Alfabetização em Inteligência Artificial; Fabricação digital; Aprendizagem de máquina; Programação.
A inserção de tecnologias digitais e da Inteligência Artificial na Educação Básica amplia a necessidade de compreender como os estudantes podem atuar, produzir, analisar e tomar decisões diante de sistemas digitais. Nesse contexto, esta pesquisa teve como objetivo investigar as habilidades digitais emergentes em práticas pedagógicas mediadas por tecnologias digitais no ensino de frações com alunos do 4º ano dos Anos Iniciais da Educação Básica. A pesquisa fundamenta-se nos pressupostos construtivistas de Piaget (1970, 1985), para quem o conhecimento se constitui por meio da ação do sujeito sobre os objetos e da progressiva reorganização de suas estruturas cognitivas, e nos pressupostos construcionistas de Seymour Papert (1980), que ampliam essa perspectiva ao enfatizar a construção de objetos externos como forma de expressão, reflexão e reconstrução do conhecimento depois articula esses referenciais teóricos aos princípios da Aprendizagem Baseada em Design, à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) (Brasil 2018), à BNCC Computação (Brasil 2022), e ao Marco Referencial de Competências em Inteligência Artificial para Estudantes (UNESCO, 2024). A pesquisa caracteriza-se como qualitativa de acordo com os pressupostos de Creswell e Creswell (2020). As evidências foram analisadas por meio da Indução Analítica, em sua forma modificada, conforme apresentada por Bogdan e Biklen (1994) perspectiva que possibilitou o confronto sucessivo das evidências, a revisão das interpretações e a construção das Trajetórias de Emergência das Habilidades Digitais (TEHD). A análise das evidências encontra-se em fase de elaboração, e os resultados e as conclusões serão apresentados após a conclusão dessa etapa.