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Projeto Político Pedagógico

Perfil do egresso e campo de atuação O profissional de agronomia tem por missão promover a perfeita interação das espécies vegetais e animais ao meio ambiente de produção em escala, visando promover desta forma o melhor desempenho produtivo econômico por parte do homem e das empresas rurais, observando a sustentabilidade ambiental e social do meio rural. O Engenheiro Agrônomo formado pelo Câmpus Nova Xavantina deve ser um profissional com capacidade de realizar análise científica, de identificar e resolver problemas, preocupar-se com a permanente atualização de conhecimentos e de tomar decisões com a finalidade de operar, modificar e criar sistemas agropecuários e agroindustriais sempre se preocupando com os aspectos sociais e de sustentabilidade, dentro de princípios éticos. Além disso, o profissional terá uma visão eclética, contribuindo para o estabelecimento de uma agricultura racionalmente justa, economicamente viável e ecologicamente equilibrada. O profissional deverá ter senso crítico, criatividade, racionalidade e espírito empreendedor, estabelecendo uma relação de interação com a comunidade regional e contribuindo efetivamente para o desenvolvimento social e econômico do Estado de Mato Grosso. O equilíbrio e a complementação disciplinar do curso, nas áreas fitotécnicas e zootécnicas, permitirão ao Engenheiro Agrônomo formado no Câmpus Universitário Nova Xavantina somar conhecimentos na área de produção do ecossistema agrário, visando produzir e preservar as qualidades que compõem os ecossistemas e também o equilíbrio social do campo, com equidade social e inclusão. O Engenheiro Agrônomo reunirá em seu currículo os conteúdos técnicos e sociais para atuar com uma visão produtiva e sustentável dos ecossistemas agrários do Estado e do país. De acordo com Resolução 218/73 – CONFEA, compete ao Engenheiro Agrônomo o desempenho de atividades profissionais nos seguintes setores: construções rurais; irrigação e drenagem; pequenas barragens de terra; mecanização e implementos agrícolas; levantamento topográfico; fotointerpretação para fins agrícolas; manejo e exploração de culturas de cereais, olerícolas, frutíferas, ornamentais, oleaginosas, estimulantes e forrageiras; melhoramento vegetal; produção de sementes e mudas; paisagismo; parques e jardins; beneficiamento e armazenamento de produtos agrícolas; silvicultura; doenças e pragas das plantas cultivadas; composição, toxicidade e aplicação de fungicidas, herbicidas e inseticidas; controle integrado de doenças de plantas e plantas daninhas e pragas. Também compete ao Engenheiro Agrônomo atuar nas seguintes atividades: controle de poluição na agricultura; tecnologia de transformação e conservação de produtos de origem animal e vegetal; criação de animais domésticos; nutrição e alimentação animal; pastagem; melhoramento animal; economia e crédito rural; planejamento e administração de propriedades agrícolas; extensão rural; classificação e levantamento de solos; análises químicas e físicas de solo, fertilizantes e corretivos; avaliação de impactos ambientais na agricultura e prescrição de adubação e correção de solos; manejo e conservação de solos, bacias hidrográficas e de recursos naturais renováveis. 

 

A atuação do Engenheiro Agrônomo é direcionada ao avanço das ciências agrárias na busca de solução de problemas da produção agropecuária e alternativas para o desenvolvimento  sustentável do pequeno, médio e grande produtor rural. As atividades do profissional incluem a perfeita complementação disciplinar nas áreas fitotecnias e zootécnicas, contribuindo para o desenvolvimento a agregação de valor nos produtos do homem rural e possibilitando a sua inclusão social. As atividades do Engenheiro Agrônomo são reguladas pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA), conforme Resolução n° 06 de 11 de abril de 1984 e parecer do C.F.E. N° 01/84 e também das Diretrizes Curriculares dos cursos de Agronomia – julho de 1998 – CONFEA.

Linhas de pesquisa 1) Produção vegetal e tecnologias em sistemas agropecuários: desenvolver atividades de pesquisas relacionadas à produção vegetal, incentivando o desenvolvimento de tecnologias adaptadas a realidade do setor agropecuário na região do Vale do Araguaia, bem como, a resolução de problemas reduzindo as ocorrências de danos e prejuízos nos sistemas de cultivos. 2) Sustentabilidade e gestão em sistemas de produção: realizar um aprofundamento técnico-científico acerca da temática mencionada, com ênfase nos sistemas de produção agropecuários e o desenvolvimento rural, buscando compreender os cenários agrícolas e os processos envolvidos nos sistemas produtivos, de modo que a dinâmica e as transformações quanto às formas de organização e a trajetória dos sujeitos envolvidos fomentem as análises e reflexões em diferentes áreas do conhecimento. 3) Sistemas de manejo conservacionistas e recuperação de solos agrícolas degradados: Realizar estudos quanto ao manejo e conservação de solos agrícolas em áreas do Cerrado visando o desenvolvimento de sistemas conservacionistas baseados nas especificidades

De acordo com Resolução 218/73 – CONFEA, compete ao Engenheiro Agrônomo o desempenho de atividades profissionais nos seguintes setores: construções rurais; irrigação e drenagem; pequenas barragens de terra; mecanização e implementos agrícolas; levantamento topográfico; fotointerpretação para fins agrícolas; manejo e exploração de culturas de cereais, olerícolas, frutíferas, ornamentais, oleaginosas, estimulantes e forrageiras; melhoramento vegetal; produção de sementes e mudas; paisagismo; parques e jardins; beneficiamento e armazenamento de produtos agrícolas; silvicultura; doenças e pragas das plantas cultivadas; composição, toxicidade e aplicação de fungicidas, herbicidas e inseticidas; controle integrado de doenças de plantas e plantas daninhas e pragas. Também compete ao Engenheiro Agrônomo atuar nas seguintes atividades: controle de poluição na agricultura; tecnologia de transformação e conservação de produtos de origem animal e vegetal; criação de animais domésticos; nutrição e alimentação animal; pastagem; melhoramento animal; economia e crédito rural; planejamento e administração de propriedades agrícolas; extensão rural; classificação e levantamento de solos; análises químicas e físicas de solo, fertilizantes e corretivos; avaliação de impactos ambientais na agricultura e prescrição de adubação e correção de solos; manejo e conservação de solos, bacias hidrográficas e de recursos naturais renováveis

 

Além do domínio de conhecimentos e de níveis diversificados de habilidades e competências para perfis profissionais específicos, espera-se que os graduandos em Agronomia da UNEMAT, Câmpus Nova Xavantina, evidenciem a compreensão de temas que possam transcender ao seu ambiente próprio de formação e sejam importantes para a realidade contemporânea. Essa compreensão vincula-se a perspectivas críticas, integradoras e à construção de sínteses contextualizadas (Portaria INEP no 214 de 13 de julho de 2010, publicada no Diário Oficial de 14 de julho de 2010, Seção 1, pág. 828). A Formação Geral dos(as) engenheiros(as) agrônomos(as) versarão sobre os seguintes temas: arte e cultura; avanços tecnológicos; ciência, tecnologia e inovação; democracia, ética e cidadania; ecologia e biodiversidade; globalização e geopolítica; políticas públicas: educação, habitação, saneamento, saúde, transporte, segurança, defesa, desenvolvimento sustentável; relações de trabalho; responsabilidade social: setor público, privado, terceiro setor; sociodiversidade: multiculturalismo, tolerância, inclusão/exclusão, relações de gênero; tecnologias de informação e comunicação; vida urbana, vida rural e violência. As capacidades individuais de ler e interpretar textos; analisar e criticar informações; extrair conclusões por indução e/ou dedução; estabelecer relações, comparações e contrastes em diferentes situações; detectar contradições; fazer escolhas valorativas avaliando consequências; questionar a realidade e argumentar coerentemente serão potencializadas através de atividades didático-pedagógicas visando a formação de profissionais que deverão mostrar competência para: projetar ações de intervenção; propor soluções para situações-problema; construir perspectivas integradoras; elaborar sínteses; administrar conflitos e atuar segundo princípios éticos. O aperfeiçoamento contínuo do ensino oferecido no curso de Agronomia da UNEMAT, Câmpus Nova Xavantina, será verificado por meio da avaliação das competências, habilidades e domínio de conhecimentos necessários para o exercício da profissão e da cidadania, tomando como referência o perfil do graduando com sólida formação básica, científica e tecnológica, com visão crítica, humanística e integrada do processo de desenvolvimento em base sustentável, espírito empreendedor, senso ético, responsabilidade social e ambiental e apto para atuar em equipe interdisciplinar e multiprofissional; compreender processos, tomar decisões e resolver problemas, com base em parâmetros científicos, políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais atendendo as demandas da sociedade; apropriar criticamente novas tecnologias e conceitos científicos, promover inovações tecnológicas e visualizar aplicações para as novas situações da produção agropecuária. O estudante desenvolverá durante sua graduação em Agronomia competências e habilidades para: utilizar a linguagem escrita e gráfica de modo adequado, claro e preciso; identificar problemas e propor soluções; argumentar e refletir de forma crítica; conhecer e inferir questões sociopolíticas e econômicas da realidade nacional e mundial; articular e sistematizar conhecimentos teóricos e metodológicos para a prática da profissão; analisar, interpretar dados e informações; avaliar criticamente inovações tecnológicas e assessorar processos organizacionais no meio rural. Em relação às habilidades específicas do engenheiro(a) agrônomo(a), compete ao profissional das Ciências Agrárias: elaborar soluções técnicas para a agropecuária compatíveis com a realidade socioeconômica e com a sustentabilidade; planejar, gerir e otimizar o uso de unidades de produção rural e agroindustrial a partir de diagnose sistêmica; diagnosticar problemas e potencialidades de unidade de produção rural e agroindustrial; analisar e projetar sistemas, processos e produtos; executar e gerenciar projetos agropecuários; planejar e executar ensaios experimentais e interpretar seus resultados; avaliar o impacto das atividades profissionais no contexto socioeconômico e ambiental; transmitir e difundir conhecimentos científicos e tecnológicos; elaborar e interpretar políticas de desenvolvimento. Na área de formação básica, os campos de conhecimentos que possibilitem o embasamento teórico necessário ao aprendizado e à formação profissional, são: Matemática, Física, Química, Biologia, Estatística, Informática e Expressão Gráfica. Na área profissional o(a) engenheiro(a) agrônomo(a) está apto(a) a atuar nas seguintes áreas: Solos – mineralogia, gênese, morfologia e classificação; física, química e biologia do solo; fertilidade do solo e nutrição de plantas; uso, propriedades e legislação dos corretivos, inoculantes, fertilizantes minerais e orgânicos; uso, manejo e conservação do solo e da água; Fitotecnia – planejamento, implantação, manejo e colheita de culturas; produção e tecnologia de sementes e mudas; melhoramento genético; propagação de plantas; biotecnologia;

ia de sementes e mudas; melhoramento genético; propagação de plantas; biotecnologia; Fitossanidade – fitopatologia; entomologia; epidemiologia; controle fitossanitário; defesa sanitária e legislação; manejo de plantas daninhas; Economia, administração e extensão rural – desenvolvimento rural; geração, adoção e difusão de inovações tecnológicas; economia da produção e comercialização; administração rural; gestão do agronegócio, custos de produção; sociologia rural; Zootecnia – manejo e produção animal; melhoramento genético; manejo da reprodução, nutrição e alimentação animal; pastagem e forragem; comportamento e bem-estar animal; Engenharia Rural – topografia e geoprocessamento; agrometeorologia; hidráulica, irrigação e drenagem; equipamentos; máquinas e mecanização agrícola; energia; construções e instalações rurais; logística; Ecologia e Manejo ambiental – legislação ambiental; dinâmica, manejo e recuperação de ecossistemas; uso sustentável de recursos naturais; poluição ambiental;

Horticultura - produção e manejo de plantas frutíferas, olerícolas, ornamentais, medicinais, condimentares e aromáticas; Silvicultura – viveiros; produção e propagação de espécies florestais; manejo de áreas silvestres e de reflorestamento; Tecnologia de Produtos Agropecuários – processamento; padronização; classificação, conservação; armazenamento; higiene e controle de qualidade de produtos de origem animal e vegetal; Metodologia Científica e Experimentação – redação e investigação técnico-científica; planejamento e condução de experimentos; analise e interpretação de resultados experimentais; Deontologia – ética e legislação profissional.

 

 O estado de Mato Grosso pode ser dividido em quatro macrorregiões (Cerrado, Pantanal, Amazônia e Araguaia), que de certa forma poderiam ser Estados independentes, tamanha dimensão territorial de cada uma. Cada região apresenta ainda um conjunto particular de ecossistemas, com condições de geomorfologia, relevo, clima e solo distintos. Além disso, as características socioeconômicas e suas diferenças locais construídas ao longo de todo um processo histórico particular e muito complexo influenciam consideravelmente a configuração regional. Este conjunto de atributos confere a cada macrorregião de Mato Grosso uma característica distinta em relação à agricultura e pecuária, conferindo condições de mercado, estilos de vida e uso dos solos muito próprios. A Universidade do Estado de Mato Grosso possui como um de seus objetivos a busca por transformações sociais que objetivam uma melhor qualidade de vida, sistematizando o conhecimento para organizar a sociedade num corpo coletivo que, através da reflexão crítica, possa fomentar a construção do bem-estar e felicidade comuns a todos os membros da sociedade. Para que este objetivo seja atingido, congrega uma comunidade que constrói o conhecimento através de um diálogo, lúcido, crítico e organizado. Desta maneira, é essencial que esta Instituição de Ensino Superior dê formação aos seus egressos de modo a dotá-los com capacidade crítica e empreendedora, para atuação profissional calcada no bem-estar social e compromissada com a sustentabilidade. Tal formação só se torna possível com um currículo de disciplinas atualizado com as necessidades da sociedade, bem como a inter-relação plena entre teoria e prática das atividades previstas neste currículo. Ainda, ressalta-se que a Universidade atua na sociedade fundamentada em três aspectos: o ensino superior, a pesquisa científica e a extensão universitária, promovendo a divulgação científica, cultural e técnica nos diferentes ramos do saber. Desta maneira, visando à formação de um profissional capaz de exercer suas funções de modo completo e responsável na sociedade, bem como garantir a atuação da Universidade junto à sociedade, os seguintes princípios de relação teórico-prática serão executados no Curso de Agronomia, a saber:  Distribuição de créditos nas disciplinas entre atividades teóricas e práticas, de forma equilibrada;  Realizar o ensino associado as atividades de pesquisa e extensão realizadas pela Universidade, envolvendo o discente em tais atividades;  Promover a integração das atividades de ensino, da pesquisa e de extensão de forma indissociável as necessidades e interesses da sociedade;  Aplicar-se a problematização e ao estudo das realidades regionais e nacionais, em busca de soluções democráticas dos problemas relacionados com o desenvolvimento econômico, social, político e cultural, com ênfase aos aspectos ecológicos relacionados com o Cerrado, a Amazônia, e o Pantanal mato-grossense;  Formar cidadãos com consciência crítica, reflexiva e participativa, garantindo-lhes liberdade de estudo, pesquisa e extensão;  Provocar e garantir o diálogo com todas as correntes de pensamento, garantindo a hegemonia do direito de participação e do crescimento cultural;  Fomentar a realização de intercâmbio e intercooperação com outras instituições de ensino superior do país e do exterior;  Promover intercâmbio com entidades congêneres, públicas ou privadas.

O Estágio Curricular Supervisionado busca envolver atividades de aprendizagem no âmbito social, profissional e cultural, proporcionando ao acadêmico o estudo e a pesquisa, visando exercer assessorias a movimentos sociais e a tarefas realizadas na própria instituição. O Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Agronomia se dará por meio da disciplina de Estágio Curricular Supervisionado, com 08 (oito) créditos, sendo 1 (um) crédito na modalidade presencial e 7 (sete) créditos práticos, totalizando 120 (cento e vinte) horas, desenvolvido em consonância com a Lei nº 11.788 de 25 de setembro de 2008 (Lei de Estágio). Para fins administrativos, será atribuída a carga semestral de 60 (sessenta) horas ao professor da disciplina, que, para complementar as informações e disponibilizar documentos referentes ao Estágio Curricular Supervisionado, poderá utilizar ferramentas das tecnologias digitais de informação e comunicação (TDICs), por meio de ambiente virtual de aprendizagem disponível no sistema acadêmico da UNEMAT. O Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Agronomia turma única fora de sede em Querência terá jornada de atividade de até seis horas diárias e 30 horas semanais; nos períodos em que não estão programadas aulas presenciais, poderá ter jornada de até 40 horas semanais. A realização do Estágio Curricular Supervisionado poderá se dar em instituições públicas ou privadas, organizações não-governamentais, bem como na própria instituição de ensino e com profissionais liberais de nível superior, devidamente registrados em seus respectivos conselhos profissionais. Atividades de monitorias e participação em projetos de extensão e de iniciação científica não poderão ser equiparadas ao Estágio Curricular Supervisionado. O Estágio Curricular Supervisionado terá como objetivos:  Oportunizar ao acadêmico/estagiário um aprendizado prático, social, profissional e cultural;  Estimular o intercâmbio de informações e experiências concretas que preparem os acadêmicos/estagiários para o efetivo exercício profissional;  Estabelecer condições para que o mesmo reflita, ética e criticamente, sobre as informações e experiências recebidas e vivenciadas, exercitando-se na tomada de decisão e na pesquisa da realidade sócio-política, econômica e cultural;

Possibilitar ao aluno a vivência de reais situações profissionais, que viabilizem a integração dos conhecimentos adquiridos e produzidos no decorrer do curso, associando a teoria à prática;  O Estágio será regido pelo Resolução 028/2012 – CONEPE, denominado Regimento de Estágio Curricular Supervisionado para cursos de Bacharelado, em conformidade com a Lei de Estágio (Lei nº 11.788 de 25 de setembro de 2008). 9. Trabalho de conclusão de curso O desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) por parte dos acadêmicos do curso de Agronomia desta Instituição oferece a oportunidade de se resolver questionamentos de forma criativa e sob rigor metodológico sobre o tema abordado, utilizando os conhecimentos adquiridos ao longo do curso, com o intuito de promover a emancipação intelectual dos acadêmicos. O TCC do curso seguirá o descrito na Resolução nº 030/2012 – CONEPE. Para a conclusão do TCC, o acadêmico deve cursar os componentes curriculares de TCC I para desenvolvimento da orientação de elaboração do projeto e TCC II para a estruturação de monografia para exames de qualificação e defesa, com carga horária de 30 horas (2 créditos) cada uma. Para complementar as informações e disponibilizar documentos referentes aos TCCs, poderão ser utilizadas ferramentas das tecnologias digitais de informação e comunicação (TDICs), por meio de ambiente virtual de aprendizagem disponível no sistema acadêmico da UNEMAT. 

 

 

 Após o exame de qualificação o acadêmico deverá encaminhar, juntamente com o trabalho, um documento assinado pelo orientador, atestando que o TCC está apto para ser apresentado para realização da defesa pública do seu TCC, em data estabelecida previamente, estando sujeito à avaliação final dos membros da banca para emissão da nota final da monografia do acadêmico. As sessões de defesa dos TCC são públicas, obedecendo ao calendário elaborado pelo professor de TCC e a Resolução nº 030/2012-CONEPE.

 
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